A introdução destes veículos representa a segunda fase do processo de eletrificação da operação da Rodoviária de Lisboa, elevando para 77 o número total de veículos elétricos em circulação, o que corresponde a 14,5% da frota afetada à Área 2.
Segundo Carlos Humberto de Carvalho, presidente da Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), a chegada destes novos autocarros evidencia uma evolução concreta na operação, que transportou 63,4 milhões de passageiros em 2025. A percentagem de veículos amigos do ambiente na frota aumentou de 5% em 2023 para perto de 15% em 2026, um reforço que permite continuar o caminho da eletrificação.
Os novos autocarros elétricos possuem autonomias estimadas de até 400 quilómetros num modelo e até 300 quilómetros noutro, garantindo a cobertura de diferentes tipos de serviço. A tecnologia integrada permite a recuperação de energia durante as desacelerações e travagens, proporcionando uma condução mais suave e uma utilização eficiente da energia, além de reduzir a necessidade de manutenção do motor e caixa de velocidades e diminuir significativamente o ruído urbano.
Esta renovação da frota da Carris Metropolitana, operada pela Rodoviária de Lisboa na Área 2, dá continuidade ao objetivo de utilizar veículos não poluentes e energeticamente eficientes na rede de transportes.




