A iniciativa, organizada pelo Departamento de Ciências Matemáticas, pela Sociedade Portuguesa de Estatística e pelo Centro de Estatística e Aplicações da Universidade de Lisboa (CEAUL), procurou dar a conhecer aplicações da Estatística e discutir os desafios da área na era da ciência de dados e da inteligência artificial.
Durante a manhã, a exposição interativa Explorística, em colaboração com o Instituto Nacional de Estatística, e três palestras abordaram a aplicação da Estatística em áreas como o estudo de dinossauros, a análise de risco e o futebol. Na sessão de boas-vindas, o Professor José Afonso, subdiretor de CIÊNCIAS, destacou a importância da área para compreender o mundo e antecipar cenários, afirmando que "A estatística é a ciência de poder prever quando não conhecemos".
“"A estatística é a ciência de poder prever quando não conhecemos"
À tarde, o encontro “A Formação Estatística em Portugal na Era da Ciência de Dados e da Inteligência Artificial” contou com duas mesas-redondas. A Diretora de CIÊNCIAS, Conceição Freitas, salientou o papel transversal da Estatística na investigação científica e a sua importância como "linguagem comum com que todas as nossas ciências tiram conclusões de dados marcados pela incerteza". O debate focou-se nas competências procuradas pelo mercado de trabalho e nos desafios do ensino superior, preparando futuros profissionais para um contexto de crescente disponibilidade de dados e ferramentas de inteligência artificial.
“"A estatística não pertence a um só departamento. É a linguagem comum com que todas as nossas ciências tiram conclusões de dados marcados pela incerteza"
O evento promoveu o contacto entre alunos, investigadores e profissionais, reforçando a importância da literacia estatística e do pensamento crítico numa sociedade orientada por dados.




