Os procedimentos concorrenciais visam atribuir capacidade de ligação à rede elétrica nacional e mobilizar investimentos em energia renovável e instalações autónomas de baterias. São os primeiros procedimentos concorrenciais deste tipo desde 2021.
Segundo a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, estes leilões "dão um novo impulso ao armazenamento em Portugal e a uma transição energética que combina eletricidade mais acessível com a valorização das comunidades e do uso do solo".
A atribuição desta capacidade de ligação à rede permite avançar com novos projetos de produção renovável e de armazenamento de eletricidade. O armazenamento possibilita guardar eletricidade produzida em momentos de maior disponibilidade de fontes renováveis para ser utilizada posteriormente, quando o consumo aumenta. Esta solução contribui para integrar mais energia renovável no sistema elétrico, reduzir a necessidade de recorrer a centrais a gás natural e diminuir a pressão sobre os preços da eletricidade.
Os municípios beneficiarão das receitas destes leilões. Receberão 70% das receitas para novos projetos de energia renovável com baterias associadas e 30% das receitas para sistemas autónomos de armazenamento de eletricidade, além de compensações anuais pagas pelas empresas responsáveis pelos projetos.




