A cerimónia, realizada no dia 16 de outubro, contou com a presença de diversas entidades públicas e autarcas, incluindo o presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, o Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis, e o Comandante Regional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Rui Conchinha.
O evento formalizou os compromissos de financiamento apoiados pelo Programa Regional Alentejo 2030, que mobilizarão um investimento global de cerca de 22 milhões de euros. Estes fundos destinam-se ao reforço da capacidade de prevenção, preparação e resposta a riscos, permitindo a aquisição de veículos operacionais, equipamentos de proteção e socorro, e sistemas tecnológicos de vigilância e monitorização.
Tiago Teotónio Pereira, Vogal Executivo do Programa Regional Alentejo 2030, apresentou o investimento regional em proteção civil, enquadrando-o na estratégia de adaptação às alterações climáticas e gestão integrada de riscos. Destacou a modernização dos meios operacionais dos bombeiros e serviços municipais, e o papel da tecnologia na prevenção de incêndios rurais.
Seguiu-se a mesa-redonda “Construir um Alentejo Mais Resiliente: Cooperação Territorial, Proteção Civil e Gestão do Risco”, moderada por Maria do Carmo Ricardo, com a participação dos presidentes das Comunidades Intermunicipais da região, que debateram os desafios da prevenção e gestão do risco face às alterações climáticas.
A sessão culminou com a assinatura simbólica dos compromissos de financiamento, que reforçarão significativamente os meios operacionais das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários e dos serviços municipais de proteção civil.
Nas intervenções finais, Rui Conchinha sublinhou a importância da articulação entre as entidades do sistema de proteção civil, destacando o papel dos bombeiros e municípios. Ricardo Pinheiro realçou a relevância dos apoios para um Alentejo mais resiliente e preparado, e defendeu a valorização dos recursos humanos e a atração de jovens para os bombeiros. Hélder Reis salientou o papel dos fundos europeus no reforço da coesão territorial e na capacitação dos territórios para responderem a riscos climáticos.




