A iniciativa, que une 9 concelhos sob o conceito “Linha da Terra”, aposta na descentralização e no acesso de todos à arte contemporânea. Em Miranda do Douro, sob direção artística de Inês Falcão e curadoria de Domingos Loureiro, o público pode visitar duas grandes propostas expositivas até 31 de dezembro.
A exposição TERRA QUE FALA / TIERRA QUE HABLA tem como local a Biblioteca Municipal Padre António Mourinho e conta com os artistas Alba Cortes, Álvaro Domingues, Balbina Mendes, José Maria Lillo, José Naranjo Ferrari, Luís Fortunado Lima, Maria Cruz, Maria Regina Ramos e Teresa Almeida.
A segunda proposta, TERRA QUE FALA: ANAMNESE, está patente na Antiga Cadeia de Miranda do Douro e apresenta o artista João Paulo Meirinhos.
Para além das exposições, a programação da Bienal inclui atividades educativas, visitas orientadas, conversas e oficinas dirigidas a toda a comunidade.




