Projeto Maré Sizígia promove inclusão no Centro Histórico de Guimarães

Iniciativa reuniu 13 instituições numa arruada dedicada à promoção de uma cultura mais inclusiva e à participação de pessoas com deficiência.

Imagem genérica de uma rua histórica com pessoas a participar numa iniciativa comunitária, exibindo arte e faixas.
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Imagem genérica de uma rua histórica com pessoas a participar numa iniciativa comunitária, exibindo arte e faixas.

O Centro Histórico de Guimarães foi palco, esta terça-feira, de uma arruada promovida pelo Projeto Maré Sizígia, com o objetivo de fomentar uma cultura mais inclusiva e sensibilizar para a participação de pessoas com deficiência na vida cultural e artística.

A iniciativa, organizada pela CERCIGUI com o apoio do Município de Guimarães e do Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência, contou com a participação de 13 instituições locais. Durante o percurso, foram exibidos trabalhos criativos elaborados a partir de materiais reutilizáveis, inspirados na vida dos oceanos.
Em representação do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ângela Oliveira, Chefe de Gabinete da Presidência, destacou que o projeto demonstra "que uma cidade é mais forte quando todos têm espaço para participar, criar e ser vistos". Realçou ainda que "a inclusão não é um favor que se concede, é um direito que se concretiza através da participação de cada pessoa, à sua maneira, na vida da comunidade", desejando que "esta maré não recue, que continue a ser uma maré viva".
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"Tal como cada peixe faz parte de um cardume, também cada pessoa tem o seu lugar, a sua importância e o seu direito de participar na sua sociedade."

Bruno Faria · Presidente da CERCIGUI
Bruno Faria, presidente da CERCIGUI, expressou a sua felicidade ao ver "a alegria dos jovens ao longo da arruada" e sublinhou a importância da participação de todos. Deixou o desafio de levar o projeto a outros concelhos, afirmando que "não basta falar em inclusão, é preciso realmente incluir todos".
O Projeto Maré Sizígia realçou, assim, o papel da arte e da criatividade na inclusão e a importância do trabalho em rede para a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva.
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Guimarães Visível (22/10/2026)