A iniciativa, que incluiu música, dança, artes plásticas e uma tertúlia, associou-se também à campanha da UMAR Madeira “AINDA – A idade pode dizer-nos quantos anos uma pessoa tem, não nos diz quantos sonhos tem”, visando promover uma visão positiva do envelhecimento e sensibilizar para o combate aos estereótipos associados à idade.
Na sessão de abertura, a vereadora com o pelouro do Social, Helena Leal, destacou a importância da proximidade, do combate ao isolamento e da promoção de um envelhecimento ativo e saudável. “Queremos mostrar que é possível envelhecer com vitalidade e que também cabe às instituições criar as condições para que as pessoas tenham uma longevidade mais saudável e possam ser efetivamente mais felizes”, salientou.
A autarca sublinhou que a proximidade permite conhecer melhor as condições de vida dos seniores, identificar as suas necessidades e adaptar as respostas municipais. O Município do Funchal acompanha mensalmente mais de 3 mil seniores através de estruturas municipais como centros comunitários, ginásios municipais e a Universidade Sénior.
“É importante que as pessoas se sintam acompanhadas e ocupadas, porque isso é um preditor de saúde mental e de longevidade”, referiu Helena Leal.
Até 23 de outubro, estará patente ao público, no átrio da Câmara Municipal do Funchal, a exposição “Memórias em Papel”, que reúne trabalhos artísticos dos utentes dos Espaços Comunitários da SocioHabitaFunchal, inspirados em memórias, figuras e profissões ligadas à identidade madeirense.




