Ordem dos Engenheiros e Academia Militar formalizam protocolo de colaboração
Acordo visa fortalecer cooperação em ensino superior, valorização profissional e qualificação contínua, alinhando formação com padrões europeus.
Por Rui Tavares Fonseca
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Imagem genérica de duas mãos a apertar-se sobre uma secretária com papéis desfocados, em ambiente de escritório com luzes quentes.
A Ordem dos Engenheiros e a Academia Militar formalizaram um Protocolo de Colaboração a 21 de outubro, com o objetivo de reforçar a cooperação institucional em áreas como o ensino superior e a qualificação profissional.
O protocolo reafirma o compromisso de ambas as instituições com a excelência académica e a adequação da formação às exigências da profissão de engenheiro. Um dos principais objetivos é o alinhamento da formação com os mais elevados padrões europeus, através do selo EUR-ACE®, atribuído pela Ordem dos Engenheiros, única entidade acreditada em Portugal pela ENAEE. Este selo reconhece a qualidade dos cursos e a preparação dos diplomados para o mercado de trabalho global.
A cerimónia marcou um novo passo na colaboração histórica entre as duas instituições. O Comandante da Academia Militar, Major-General Luís Calmeiro, destacou a vontade comum de formar engenheiros, sublinhando as "raízes profundas" e a "história comum" que as unem, recordando que um dos fundadores da Ordem dos Engenheiros foi formado na Escola do Exército.
Major-General Luís Calmeiro enfatizou que o protocolo transforma o legado em compromissos de cooperação, inovação e valorização da Engenharia portuguesa, aproximando a formação à realidade profissional e preparando os alunos para os desafios futuros.
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"Este protocolo transforma a continuidade desse legado em compromissos efetivos de cooperação, inovação e valorização da Engenharia portuguesa, permitindo aproximar a formação à realidade profissional em estrita articulação com os princípios éticos da profissão."
O Vice-Presidente da Ordem dos Engenheiros, Jorge Liça, expressou o "grande orgulho" da Ordem na formalização deste protocolo, considerando-o um instrumento fundamental para aproximar a comunidade de engenheiros e a nova geração de alunos. Esta assinatura insere-se no esforço contínuo da Ordem para criar pontes entre a formação académica e o mercado de trabalho.
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"grande orgulho"
Jorge Liça salientou a importância da aprendizagem ao longo da vida e apelou à ligação contínua dos engenheiros com a academia, garantindo a adaptação às novas tecnologias. O protocolo resultará em iniciativas conjuntas de formação e capacitação, reafirmando a missão de valorização do talento nacional e o papel da Engenharia no progresso económico e desenvolvimento sustentável.