O workshop “Co-design do Roadmap para a Resiliência do Estuário do Tejo 2050”, realizado no final de outubro, contou com a participação de municípios como Vila Franca de Xira, Almada e Seixal, além de entidades como o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a Agência Portuguesa do Ambiente. O encontro deu continuidade a trabalhos iniciados em junho, focados na identificação de estratégias de adaptação.
Um dos principais desafios abordados foi a subida do nível médio do mar e os seus impactos nas zonas ribeirinhas. Foram apresentados diferentes cenários futuros para Lisboa e os municípios envolvidos, permitindo explorar a evolução territorial, discutir oportunidades, obstáculos e a replicação de soluções de adaptação.
O objetivo foi passar da discussão de estratégias para a identificação de ações concretas. Os participantes analisaram trajetórias de adaptação, identificaram soluções baseadas na natureza e medidas complementares, definindo as dimensões de políticas públicas, governança e financiamento. Foi desenvolvida uma primeira calendarização de ações entre 2026 e 2050.
A AML e a Nova FCSH são parceiros portugueses do projeto europeu SMARTER, financiado pelo programa Horizonte Europa. Este projeto visa reforçar a capacidade de resposta dos territórios às alterações climáticas através de abordagens integradas. No âmbito do projeto, está a ser desenvolvido o Laboratório de Adaptação Climática da Área Metropolitana de Lisboa.




