O encontro promoveu a reflexão sobre as potencialidades da Inteligência Artificial (IA), a inovação pedagógica, a ética, a algoritmia e o desenvolvimento do pensamento crítico, debatendo os desafios que esta tecnologia coloca à gestão e melhoria contínua das instituições de Educação e Formação.
Na sessão de abertura, a Vogal do Conselho Diretivo do IPQ, Maria João Graça, destacou o papel da Comissão Setorial para a Educação e Formação (CS/11) na promoção da Qualidade no setor educativo. Salientou que a IA pode contribuir para personalizar percursos formativos e otimizar processos, mas alertou para a necessidade de responsabilidade, transparência e reflexão crítica face a riscos como a reprodução de preconceitos e a desumanização do processo educativo.
“"A IA não é um fim em si mesma, mas um meio ao serviço da aprendizagem, da melhoria contínua, da inovação, da inclusão e da democracia educativa"
Maria João Graça sublinhou ainda a importância de desenvolver boas práticas e indicadores para apoiar a adoção responsável destas tecnologias. Criada em 1996, a CS/11 promove a gestão da Qualidade na Educação e Formação, contribuindo para a melhoria dos sistemas de avaliação.
O congresso deu continuidade a esta missão, proporcionando um espaço de partilha de conhecimento entre profissionais, docentes, investigadores e outros intervenientes ligados à Educação, à Formação e à gestão da Qualidade.




