As mostras, que exploram raízes, identidade e as relações entre arte, ciência e indústria, estarão patentes até dezembro. O objetivo é aproximar a criação contemporânea das comunidades e dinamizar os espaços culturais da região, reforçando a coesão territorial.
O Primeiro Secretário da CIM-TTM, Rui Caseiro, destacou o caráter singular da Bienal, com programação conjunta e em simultâneo nos nove concelhos, sublinhando o seu contributo para a promoção das Terras de Trás-os-Montes e o alargamento do acesso à arte contemporânea fora dos grandes centros.
Em Vimioso, a Casa da Cultura acolhe desde 17 de outubro uma exposição coletiva de 30 artistas, com curadoria de Felícia de Sousa, que cruza pintura, escultura e instalação, explorando a paisagem, a memória e a relação entre pessoas e lugares.
No dia seguinte, o Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros recebeu «HOLOCENOSE (+)», com curadoria de Rui Ferro e Marta Lima. Esta exposição aborda a fundição contemporânea, explorando as relações entre matéria, memória e paisagem através da escultura, instalação e desenho.
Vinhais juntou-se ao percurso a 20 de outubro, com a inauguração de uma exposição coletiva no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais. Com curadoria de Agostinho Santos, a mostra apresenta pintura e escultura de diferentes gerações, refletindo sobre os lugares que habitamos e os desafios do mundo contemporâneo.
A Bienal, com direção artística de Inês Falcão, é promovida pela CIM Terras de Trás-os-Montes em articulação com os nove municípios. As exposições podem ser visitadas até 31 de dezembro.




