Células estaminais iPS: 20 anos de revolução na biologia

Publicação da Universidade dos Açores destaca os 20 anos da descoberta das células estaminais pluripotentes induzidas e o seu impacto na investigação biomédica.

Imagem genérica de representação abstrata de investigação em células estaminais e reprogramação celular, com elementos de ADN e estruturas celulares.
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Imagem genérica de representação abstrata de investigação em células estaminais e reprogramação celular, com elementos de ADN e estruturas celulares.

A edição de 18 de outubro de 2026 da UAciência celebra os 20 anos da descoberta das células estaminais pluripotentes induzidas (iPSCs), um marco na biologia moderna.

A publicação UAciência, da Universidade dos Açores, assinala em sua edição de 18 de outubro de 2026, duas décadas de uma das descobertas mais significativas da biologia moderna: a criação das células estaminais pluripotentes induzidas (iPSCs). O artigo, da autoria de Sofia Calado, Professora Auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade dos Açores e investigadora do Algarve Biomedical Center Research Institute (ABC-Ri), explora o impacto desta descoberta.
A reprogramação celular revolucionou a investigação biomédica, abrindo novas vias para o estudo de doenças, o desenvolvimento de terapias inovadoras e a medicina regenerativa. A publicação detalha como esta tecnologia transformou o panorama científico.
A UAciência é uma publicação quinzenal integrada na revista Açores Magazine do jornal Açoriano Oriental. É coordenada por Armindo Rodrigues, Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade dos Açores.
Para consulta do artigo completo e mais informações sobre esta descoberta e o seu impacto na ciência atual, pode ser consultado o documento disponível em aqui.
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Universidade dos Açores – Notícias UAc (19/10/2026)