O novo espaço, inaugurado na terça-feira, 20 de outubro, visa reforçar a autonomia, a participação e a qualidade de vida das pessoas acompanhadas pelo Centro, através da avaliação, experimentação e treino de tecnologias de apoio à comunicação. A iniciativa presta homenagem a Margarida Nunes da Ponte, pioneira na área da comunicação aumentativa em Portugal, cujo nome foi atribuído à sala.
A Fundação MEO disponibilizará equipamentos informáticos, soluções tecnológicas e mobiliário, além de formar os profissionais do Centro. Entre os recursos incluem-se computadores híbridos, dispositivos de acesso através do olhar, software de Comunicação Aumentativa e Alternativa, digitalizadores e comunicadores.
O Provedor da Santa Casa, Paulo Sousa, destacou os valores comuns entre as instituições e o compromisso com a inclusão. A diretora da Fundação MEO, Carolina Pita Negrão, sublinhou a importância de identificar as necessidades individuais para selecionar as soluções tecnológicas mais adequadas.
A gestão do espaço e do atendimento ficará a cargo do Centro de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian (CPCCG), integrando as novas tecnologias nos seus processos de avaliação e acompanhamento.




