Passe Ferroviário Verde alarga-se a comboios urbanos de Lisboa e Porto a partir de amanhã

Medida do Ministério das Infraestruturas visa poupar famílias e incentivar o uso de transportes sustentáveis, com 1,4 milhões de passes já vendidos.

Imagem genérica de um pantógrafo de comboio elétrico a conectar-se a cabos aéreos, simbolizando a expansão do transporte público em Portugal.
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Imagem genérica de um pantógrafo de comboio elétrico a conectar-se a cabos aéreos, simbolizando a expansão do transporte público em Portugal.

O Passe Ferroviário Verde, que já vendeu 1,4 milhões de passes desde outubro de 2024, alarga a sua utilização aos serviços urbanos da CP em Lisboa e Porto a partir de amanhã, dia 27 de setembro de 2026.

O Passe Ferroviário Verde poderá ser utilizado nos serviços urbanos da CP – Comboios de Portugal nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto a partir de amanhã, 27 de setembro de 2026. A medida, consagrada num diploma que entrou hoje em vigor, visa permitir poupanças significativas às famílias e simplificar os títulos de transporte, incentivando a redução do uso do automóvel.
Com um custo mensal de 20 euros, os passageiros podem viajar em todas as linhas da CP, de norte a sul do país, com exceção do Alfa Pendular e Intercidades (1ª Classe). Nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, a utilização exclusiva do Passe Ferroviário Verde em vez dos passes intermodais Navegante (Lisboa) ou Andante (Porto) representa uma redução do custo mensal para metade, especialmente para quem se desloca de localidades exteriores a estas áreas metropolitanas.
O alargamento do passe às linhas urbanas da CP em Lisboa e Porto, com a Fertagus a ser operacionalizada para inclusão futura, é mais uma iniciativa do Governo para apoiar as famílias e promover o transporte sustentável. Desde a sua criação em outubro de 2024, o Passe Ferroviário Verde já registou a venda de 1 milhão e 400 mil passes.
Com um impacto financeiro anual estimado de 1,5 milhões de euros, esta expansão insere-se numa política de mobilidade integrada. O Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou que "É um passo decisivo, particularmente neste momento, para o reforço do uso do transporte público sustentável, para a simplificação tarifária e uma aposta clara numa política pública de transportes centrada nas pessoas".
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Governo de Portugal - Comunicação (26/09/2026)