A meta é superar a atual 11.ª posição no Travel & Tourism Development Index de 2026, do Fórum Económico Mundial. Castro Almeida destacou que a ambição vai além da classificação, focando em como transformar essa escolha em mais valor para a economia portuguesa, melhores empregos, empresas mais fortes e mais oportunidades em todo o território.
Em 2025, o valor acrescentado bruto diretamente gerado pelo turismo representou 8,1% do total nacional. Considerando os efeitos diretos e indiretos, o contributo do setor para a economia ascendeu a 36,2 mil milhões de euros, equivalente a 11,8% do PIB. Em julho de 2026, as dormidas aumentaram 2,1% em termos homólogos, enquanto os proveitos do alojamento turístico cresceram 4,9%. A estratégia passa por “fazer crescer o valor mais depressa do que o volume”.
Para alcançar esta ambição, são necessárias empresas que invistam e inovem, pessoas qualificadas e municípios e regiões capazes de valorizar os seus territórios. O Ministro apontou a segurança e a identidade portuguesa como vantagens diferenciadoras num mercado cada vez mais competitivo. Património, gastronomia, vinho, natureza e diversidade territorial devem ser preservados à medida que o setor se moderniza, sem perder a sua distinção.
O Governo pretende também reforçar a ligação do turismo a outros setores, como a compra de produtos agrícolas e bens nacionais, transformando o turismo numa plataforma para toda a economia. A tecnologia e a inteligência artificial podem aumentar a produtividade, mas a hospitalidade e o conhecimento dos territórios continuam a ser insubstituíveis.




