A visita teve como objetivo principal a apresentação da Faculdade e a exploração de oportunidades de colaboração entre as instituições. A delegação norte-americana incluiu Alicia Goldstein Raun (MIT), Anna Cushing (University of Utah) e Shinsaeng Ko (Emory University). Do lado da Ciências ULisboa estiveram presentes o subdiretor, professor Jorge Marques da Silva, o Presidente do Conselho Científico, Nuno Araújo, o Presidente do Departamento de Informática, Alysson Bessani, e Filipe Rosas, do Departamento de Ciências da Terra e Energia.
O professor Jorge Marques da Silva iniciou a sessão com uma apresentação institucional, detalhando a organização da Faculdade, a oferta formativa e a atividade científica. Destacou a importância da internacionalização para aproximar instituições e criar novas possibilidades de colaboração científica.
“"A internacionalização é uma oportunidade para aproximar instituições e criar novas possibilidades de colaboração científica."
As representantes das universidades norte-americanas partilharam os seus interesses e objetivos, dando início a uma conversa sobre possíveis pontos de contacto. Seguiu-se uma mesa-redonda com os professores Nuno Araújo, Filipe Rosas e Alysson Bessani, onde foram discutidos temas como a formação académica, a mobilidade internacional e as oportunidades de aproximação entre docentes, estudantes e investigadores.
A diversidade científica da Faculdade, que abrange áreas como Biologia, Geologia, Física, Matemática, Estatística e Informática, foi apresentada como um ponto de partida para a ligação entre ensino e investigação. Shinsaeng Ko, da Emory University, sublinhou a importância de identificar áreas de interesse comum e formas concretas de colaboração.
“"É importante identificar áreas de interesse comum e encontrar formas de trabalhar em conjunto."
O encontro permitiu ainda trocar perspetivas sobre os desafios da internacionalização do ensino superior. Anna Cushing, da Universidade do Utah, referiu que "Portugal está a ganhar visibilidade como destino para experiências académicas e científicas internacionais". A visita reforçou o diálogo internacional e criou condições para identificar futuras possibilidades de colaboração.
O programa terminou com uma fotografia de grupo e uma visita ao campus, incluindo um laboratório da Faculdade, permitindo às representantes conhecerem as instalações e o ambiente de ensino e investigação.




