Estudantes das Ilhas Faroé visitam Ciências ULisboa

Grupo do Norte da Europa conheceu investigação e áreas científicas da faculdade lisboeta.

Estudantes das Ilhas Faroé visitam a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, explorando laboratórios e áreas científicas.
IA

Estudantes das Ilhas Faroé visitam a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, explorando laboratórios e áreas científicas.

Um grupo de estudantes das Ilhas Faroé visitou a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa para conhecer os seus espaços de investigação e algumas das áreas científicas desenvolvidas no campus.

A visita integra uma iniciativa anual que leva estudantes das Ilhas Faroé a conhecer universidades europeias, com o objetivo de os ajudar a descobrir possibilidades para o seu futuro académico. "Todos os anos viajamos pela Europa e uma das principais coisas que fazemos é visitar universidades, porque um dia estes jovens vão ingressar num percurso académico", explicou Peter Eysturskarö, o professor que acompanhou o grupo.
Na receção aos estudantes, o subdiretor de Ciências ULisboa, José Afonso, apresentou a Faculdade, destacando o seu forte foco na ciência fundamental e na compreensão do mundo natural. "Temos um foco muito forte na ciência fundamental. Queremos conhecer as coisas naturais, perceber como funcionam e compreendê-las", explicou.
José Afonso realçou também a dimensão internacional da investigação em CIÊNCIAS, particularmente nas ciências espaciais, e a ligação entre investigação fundamental e tecnologia. "Construímos instrumentos que vão para telescópios", sublinhou, referindo o trabalho desenvolvido na Faculdade em instrumentação científica para grandes observatórios internacionais, como o MOONS, um novo espectrógrafo instalado no Very Large Telescope (VLT), no Chile.
Os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer uma Faculdade que procura compreender o Universo nas suas diferentes escalas e contribuir para o avanço do conhecimento. O professor Peter Eysturskarö brincou com a diferença climática: "Estamos habituados a muita chuva, por isso vocês têm chuva quente e nós temos chuva fria."
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (08/10/2026)