Cinco investigadores da UPG entre os 2% mais citados do mundo

Pelo segundo ano consecutivo, docentes da Universidade Politécnica da Guarda são reconhecidos pela Universidade de Stanford na lista de cientistas de maior impacto global.

Imagem genérica de uma pilha de livros académicos e artigos de investigação numa secretária de madeira, com um fundo desfocado da fachada de um edifício universitário moderno em Portugal.
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Imagem genérica de uma pilha de livros académicos e artigos de investigação numa secretária de madeira, com um fundo desfocado da fachada de um edifício universitário moderno em Portugal.

Cinco docentes e investigadores da Universidade Politécnica da Guarda (UPG) foram reconhecidos, pelo segundo ano consecutivo, como estando entre os 2% de cientistas mais citados do mundo, segundo a lista "World’s Top 2% Scientists 2026" da Universidade de Stanford.

A presença de cinco investigadores da UPG neste prestigiado ranking internacional, elaborado com base nos indicadores de citação da base de dados Scopus, é vista pela universidade como um novo indicador da sua capacidade científica e da prioridade dada à investigação na sua estratégia de desenvolvimento.
O reitor da Universidade Politécnica da Guarda, Joaquim Brigas, afirmou que "a confirmação, pelo segundo ano consecutivo, do interesse que o trabalho de investigadores da Universidade Politécnica da Guarda desperta nos meios académicos mundiais constitui um reconhecimento importante da capacidade científica que temos vindo a construir". Destacou ainda que "é um resultado que valoriza o trabalho dos nossos investigadores e das nossas equipas e demonstra que a UPG dispõe de competências e de capacidade científica para continuar a crescer e a afirmar-se dentro e fora do país".
A universidade realça que este resultado reflete o trabalho desenvolvido pelas equipas e unidades de investigação, bem como a participação em projetos científicos e redes de colaboração nacionais e internacionais. A UPG lidera seis projetos internacionais e quinze nacionais, participando ainda em 71 outros projetos em curso, num investimento total de 136 milhões de euros em ciência, dos quais gere diretamente 15,5 milhões. Nos últimos meses, este trabalho resultou em dois pedidos de patente nacionais e um internacional.
Joaquim Brigas sublinhou que estes resultados "assumem particular significado no momento em que estamos a desenvolver o processo de evolução para Universidade", pois a investigação científica, a formação avançada e a transferência de conhecimento são dimensões fundamentais do projeto institucional. A Universidade pretende conjugar a excelência académica e científica com uma "forte ligação ao território, capaz de contribuir para a inovação, a competitividade das empresas e o desenvolvimento da região".
A lista "The World’s Top 2% Scientists" baseia-se em métricas de citação padronizadas, como o índice h e o índice hm, extraídas da base de dados Scopus e atualizadas até ao final de 2025. A seleção considera os 100 mil melhores cientistas por c-score ou um percentil igual ou superior a 2% na subárea. A versão divulgada baseia-se num instantâneo da Scopus a 1 de agosto de 2026.
A UPG participa atualmente em seis unidades de Investigação & Desenvolvimento com classificação positiva da FCT, quatro delas com "Muito Bom".
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Instituto Politécnico da Guarda (IPG) (16/10/2026)