Comunidade de Prática Social de Braga é reconhecida como boa prática intermunicipal

Iniciativa que une 14 municípios do distrito e a Segurança Social uniformiza procedimentos e partilha boas práticas na intervenção social.

Imagem genérica de um manual de procedimentos com um edifício municipal ao fundo.
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Imagem genérica de um manual de procedimentos com um edifício municipal ao fundo.

A Comunidade de Prática Social de Braga (CoP), que integra os 14 municípios do distrito e o Centro Distrital da Segurança Social, foi reconhecida pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) como uma boa prática intermunicipal.

O I Encontro da Comunidade de Prática Social de Braga decorreu a 27 de outubro, no Auditório da Aula Magna da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa – Campus de Braga, sob o tema “Partilhar para Transformar”.
Criada em janeiro de 2024, a Comunidade reúne coordenadores dos Serviços de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS) e dos Núcleos Locais de Inserção (NLI) dos 14 concelhos do distrito de Braga, com a dinamização das técnicas Armanda Maia e Fátima Araújo, do Centro Distrital da Segurança Social de Braga.
Ao longo de 29 encontros de trabalho colaborativo, participaram também representantes de entidades como a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o CLAIM de Guimarães, promovendo a partilha de conhecimentos e a reflexão sobre os desafios da intervenção social.
Deste trabalho resultou a elaboração do Manual de Procedimentos e Boas Práticas para a Ação Social no Distrito de Braga, apresentado neste encontro. O documento visa harmonizar procedimentos, apoiar profissionais e promover respostas sociais mais céleres e eficazes.
O caráter inovador deste modelo de cooperação foi reconhecido pela ANMP, que entregou um certificado de reconhecimento a cada município participante. Esta distinção valoriza o trabalho colaborativo e a cooperação entre municípios.
O Vereador da Ação Social do Município de Celorico de Basto, José Sousa, destacou a importância deste modelo pioneiro, que permitirá “uma uniformização na atuação dos serviços sociais, priorizando uma resposta mais célere, próxima e eficiente junto da população”.
O autarca enalteceu o trabalho dos profissionais de Ação Social de Celorico de Basto, que contribuíram com “contributos fundamentais que derivam de anos de experiência e conhecimento no contacto direto com as nossas populações”. José Sousa reforçou que “este manual servirá para servir as nossas populações com uma atuação que melhorará a intervenção social”.
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Camara Municipal de Celorico de Basto (29/10/2026)